A aposentada Adelina Souza dos Santos (foto), 92 anos, que reside em Niterói, no Rio de Janeiro, pode entrar para o livro dos recordes: ela está lendo, pela 213ª. vez a Bíblia.
Membro da Primeira Igreja Batista, dona Adelina sofre de dificuldades de locomoção e tem uma saúde frágil, depois de sofrer quatro AVCs (Acidente Vascular Cerebral) e sofrer de problemas de surdez que são atenuados graças a um aparelho auditivo. Apesar de tudo ela ainda está lúcida e lê a Bíblia em casa mais de uma vez por ano de forma integral.
Segundo a rotina de Adelina, o tempo diário dela reservado à leitura das Sagradas Escrituras é de 7 a 8 horas. Adelina conta que faz 50 anos que seu coração começou a arder pela leitura da palavra.
“Foi o testemunho de fé do meu sogro que me motivou a ler a Bíblia inteira”.
“Cada vez que leio, sinto me aproximar mais de Deus. Tenho o conhecimento do poder divino e de sua misericórdia com as pessoas”.
Enquanto muitos pastores e sites evangélicos tentam desafiar os Cristãos em um plano de leitura bíblica de um ano, Adelina costuma ler a Bíblia inteira em três meses.
Apesar de muitos pensarem que Adelina tem a Bíblia inteira gravada na cabeça, ela diz que não tem, tem apenas uma porção de versículos gravados de cada um dos 66 livros da Bíblia.
“É impossível gravar a Bíblia inteira. A Palavra do Senhor cada hora tem algo novo para ensinar”, segundo a Sociedade Bíblica do Brasil.
Segundo uma pesquisa realizada pelo editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana, Oswaldo Paião, cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia Sagrada inteira pelo menos uma vez.
Outro estudo feito pelo instituto George Barna, conforme Charles Colson e Harold Ficket: 70% dos norte-americanos não são capazes de citar cinco dos dez Mandamentos; e o mais cômico é que 50% dos jovens do último ano do ensino médio chegam a pensar que Sodoma e Gomorra eram casados.
Considerando esse contexto do meio evangélico em relação a leitura bíblia, Adelina é um exemplo até mesmo para líderes e pastores evangélicos, sua dedicação à leitura bíblica já foi reconhecida por diversas vezes pela a SBB (Sociedade Bíblica Brasileira) a qual lhe agraciou com vários certificados do programa de leitura bíblica em um ano.
terça-feira, 26 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Quando o namoro vira casamento.
Você já ouviu dizer que o namoro é uma prévia de como será o casamento? Pois bem, para casar é preciso, além de amar muito, respeitar, ser companheiro e saber o momento certo de falar. As pessoas precisam aprender também que a qualidade da relação, muitas vezes, depende de pequenas atitudes e mudanças.
“Se não é suficientemente feliz agora, não oficialize o matrimônio com o seu companheiro. A química entre um casal é importante, mas o bom caráter para deixar essa chama sempre acesa é ainda mais essencial”, alerta a terapeuta Jussara Brandão.Segundo a profissional, o casamento tem que acontecer de forma natural, sem que haja pressão. “Muitas vezes o relacionamento já está firme há um tempo e os pais, familiares ou um dos dois pressiona a união, e isso não pode acontecer”.
Durante o namoro, é preciso ser verdadeiro e mostrar sua real personalidade. “Às vezes, a pessoa quer impressionar e acaba fazendo coisas de que não gosta para parecer legal, e isso não é aconselhado, uma vez que ninguém consegue suportar outra personalidade durante muito tempo”, alerta a terapeuta.
Para ela, quando alguém tenta fingir algo, o casamento é passível de arrependimento ou até de muitas discussões e atritos. “Quando há amor, existe também o interesse em querer melhorar uma situação. Portanto, se o companheiro faz algo que desagrade, a outra pessoa falará, nem que seja sutilmente, ou deixará evidências como dica”.
Vida a dois
“Casei-me recentemente e percebi o que todos me diziam quanto às dificuldades nos primeiros dias e até meses do casamento. Você passa a reparar as manias que antes passavam despercebidas. Além disso, é preciso organizar uma rotina e se acostumar com a localização das coisas”, diz a ortodontista Milena Penterriche.
De acordo com Milena, além das coisas simples, é preciso ter sabedoria, compreensão e paciência, pois, às vezes um chega do trabalho e quer conversar, enquanto o outro prefere ficar mais quieto. Para ela, até mesmo jeitos e manias distintas devem ser adequados. “Com o passar dos dias, tudo se ajeita”, finaliza.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
3º IMPACTO EVANGELISTICO NESTA SÁBADO DIA 23 DE JULHO
A Cantora ISLANNE MICHELLE, já foi cantora da banda PLIS, e banda CAQUITOS, hoje esta louvando e glorificando o nome do SENHOR.
· O Pb. JÃO CARLOS, já pregou em um dos congressos da UJADEC
O SENHOR estará abençoando a sua vida Através deste homem de Deus.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Lanna Holder e Pastora Rosania Rocha abrem Igreja de Lesbicas em São Paulo
Missionária Lanna Holder e Pastora Rosania Rocha
Acabou o mistério! Nada de cd de louvor, livro ou uma nova mensagem em DVD, a Missionária Lanna Holder acaba de divulgar em seu site oficial a inauguração de seu ministério, a Comunidade Cristã Cidade de Refúgio.
Como já tínhamos adiantado e por pedido da Pastora Rosania Rocha, não tínhamos revelado exatamente o que era. Esse sem dúvida será o grande divisor de águas nas vidas da Missionária Lanna Holder e de sua companheira Rosania Rocha e irá com certeza impactar muitas vidas.
A Cidade de Refúgio é uma comunidade cristã inclusiva fundada pela Missionária Lanna Holder e que já possui até célula em Portugal, a inauguração será entre os dias 03 e 05 de junho de 2011 na Avenida São João, 1600 - Centro, São Paulo. O site oficial ainda não está totalmente pronto, mais já podemos ver algumas informações: jesuscidadederefugio.com
Missionária Lanna Holder e Pastora Rosania Rocha Inauguram a Comunidade Cristã Cidade de Refúgio em São Paulo.
Acabou o mistério! Nada de cd de louvor, livro ou uma nova mensagem em DVD, a Missionária Lanna Holder acaba de divulgar em seu site oficial a inauguração de seu ministério, a Comunidade Cristã Cidade de Refúgio. Como já tínhamos adiantado e por pedido da Pastora Rosania Rocha, não tínhamos revelado exatamente o que era.
Esse sem dúvida será o grande divisor de águas nas vidas da Missionária Lanna Holder e de sua companheira Rosania Rocha e irá com certeza impactar muitas vidas.
A Cidade de Refúgio é uma comunidade cristã inclusiva fundada pela Missionária Lanna Holder e que já possui até célula em Portugal, a inauguração será entre os dias 03 e 05 de junho de 2011 na Avenida São João, 1600 - Centro, São Paulo. O site oficial ainda não está totalmente pronto, mais já podemos ver algumas informações: jesuscidadederefugio.com
Além da Cidade de Refúgio também será inaugurada a ong Mãos em Ação que pretende estender as mãos a todos quanto sofrem ou sofreram todo tipo de trauma, seja de ordem psíquica, física, mental e emocional, conseqüência de maus tratos, rejeição, agressões físicas ou verbais e até ações de cunho homofóbico devido a sua sexualidade.
Abaixo reproduzo o propósito da Cidade de Refúgio por suas próprias fundadoras:
A CIDADE DE REFÚGIO está pronta, chegamos ao fim das reformas e das obras, os projetos que foram gerados no coração de Deus, nasceram em nossos corações, e em tempo hábil para dizermos que foi um fruto concebido sob circunstâncias sobrenaturais.Alguns de nós passaram anos gerando, gerando sonhos e enquanto gerávamos podíamos sentir a alegria de romper a esterilidade, as impossibilidades de uma lei severa e desprovida de misericórdia,que trazia consigo os maus presságios de um futuro sem esperança e uma eternidade sem GRAÇA!
Este fim de reforma extrai agora de todos nós envolvidos o urgente anseio de começar a reformar VIDAS! Fomos concebidos sob essa expectativa e não vacilaremos em prosseguir para o ALVO que nos está proposto pelos céus, sob todos os aspectos e circunstâncias nascemos sob a irrefutável convicção de que este propósito é inegociável.
Não nascemos com a perspectiva de levantarmos uma bandeira, mas com a missão de termos a Ele como a nossa única bandeira. Uma igreja que ama a todos e não exclui a ninguém, que anseia ser UM LUGAR AOS ESCOLHIDOS, pela convicção de que Deus não faz acepção de pessoas.
Alguns de nós fomos achados nos lixões. Abortados do seio das igrejas e das nossas casas, sufocando pela busca das respostas que muitos de nós não tínhamos, mas incansavelmente ansiávamos, pelo simples desejo de ADORÁ-LO.
É, somente cada um de nós pode avaliar sua própria historia e sua própria dor. Cada um pode dizer quantos anos durou sua esterilidade, e contar porque a pior dor não era a de ver os filhos da outra nascer, mas a angustia de não gerar. Enfim, que seus filhos nasçam, cresçam, sejam heróis, ostentem troféus, ergam cetros e reinem desde que nossos filhos sejam ao menos ajudante de sacerdote.
Que a falta de visão dos lideres que cercam essa geração, não impute pecado aos sonhadores, que não enxerguem nos que sonham a embriagues dos que almejam apenas uma vida de boemia e de ilusões, mas conheçam em nós a insistência de romper a impossibilidade pelo compromisso de buscá-Lo insistentemente até que sejamos ouvidos.
Geramos durante meses e porque não ousar dizer que estamos gerando há anos? A nossa hora chegou, e alguns de nós já sentem as dores de parto, a tristeza já fez seu repouso, mas já veio de malas prontas porque a alegria já selou sua morada permanente.
Que nasça a CIDADE DE REFÚGIO, e que venham os outros REFÚGIOS, afinal na chegada de cada um deles damos a luz aos nossos sonhos, rompemos as impossibilidades e a esterilidade. Que este ano seja o ano dos que insistiram em sonhar, e que as lagrimas da perseverança hoje sirvam pra regar os RAMOS NOVOS.
Nele em quem damos frutos!
Lanna Holder e Rosania Rocha
Missionária Lanna Holder e Pastora Rosania Rocha na construção da igreja.
Abaixo, assistam o convite feito por Lanna Holder:
COMENTÁRIO DO PR. ANSELMO MELO
Quem nunca ouviu falar de Lanna Holder, a queridinha de vários “púlpitos famosos” no Brasil e no exterior.
A bomba agora explodiu de vez, o reator da usina vazou deixando pasmados novamente seus admiradores e fiéis seguidores. Centenas de pastores mundo afora terão de subir em seus púlpitos para dar explicações as suas comunidades.
Ela fez fama e conquistou admiradores com seu testemunho de conversão, onde afirma que era lésbica e viciada em drogas. Conquistou dinheiro e fama aqui e em outros países. Centenas de ministérios disputavam “a tapas” a presença da carismática Lanna em seus púlpitos. Em pouco tempo ela se transformou numa espécie de “avatar da sorte” para quem queria manter sua congregação lotada.
Em 2002 ela abandonou o marido e envolveu-se em uma relação homossexual com a dirigente de louvor da World Revival Church – Assembléia de Deus de Boston, nos Estados Unidos.
A multidão de fiéis que consumiam com voracidade fitas e vídeos com pregações da missionária assistiram atônitas sua derrocada espiritual.
Lanna ganhou muito dinheiro comercializando seu falso testemunho
Exatamente ela que fez fama com o testemunho de ex parece agora protagonizar aquele versículo que diz: “Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama”.2 Pedro 2:22.
Lanna Holder se afastou dos púlpitos, sofreu um seríssimo acidente de carro que quase ceifou sua vida, fez um voto ao Senhor e foi curada de uma lesão grave no coração.
Após seis anos de reclusão voltou aos púlpitos, os convites logo chegaram de todas as partes, do Brasil, dos EUA e da Europa. Tudo parecia ir bem até pouco tempo.
Não demorou e a desconfiança de alguns veio a revelar-se verdadeira. Lanna Holder , a ex lésbica e viciada, depois convertida e restaurada, (segundo seu próprio testemunho), volta a prática do homossexualismo, envolve a Igreja de Cristo em um terrível escândalo, se arrepende , faz votos ao Senhor, tem seu ministério restaurado e, agora, novamente volta as mesmas práticas.
Isso mesmo meus irmãos, a ex,ex,ex alguma coisa, agora assumiu de vez sua opção pelo pecado do homossexualismo. Juntamente com a “pastora” Rosania Rocha ela acaba de inaugurar em São Paulo a “Comunidade Cristã Cidade de Refúgio”, uma espécie de “igreja arcabouço” para gays e lésbicas praticarem sua espiritualidade, agora com a consciência anestesiada pelas pregações de Lanna.
[...]
segunda-feira, 27 de junho de 2011
ACAMPAMENTO DA UJADEC EU FUI E FOI LINDO.
GUARDAREI NA MEMORIA CADA PALAVRA, CADA NOVA AMIZADE CONQUISTADA E CADA MOMENTO VIVIDO NESSI LUGAR, VALEU A PENA, A LIDERANÇA ESTA DE PARABENS.
ATÉ O PROXIMO ENCONTRO AMADOS IRMÃOS ABENÇOADOS.
ATÉ O PROXIMO ENCONTRO AMADOS IRMÃOS ABENÇOADOS.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
A HISTÓRIA DE 100 ANOS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL
Sinopse da História das Assembléias de Deus no Brasil
As Assembleias de Deus estão completando 100 anos no Brasil. Tudo começou com a vinda de dois missionários suecos que antes de chegarem ao Brasil visitaram o movimento de despertamento e avivamento espiritual da Rua Azuza em Los Angeles, EUA. Daniel Berg e Gunnar Vingren atenderam a chamada missionária ao receberem uma revelação de Deus acerca do Pará. Porém, ambos não sabiam onde ficava. Ao pesquisarem no mapa descobriram que se tratava da região norte de nosso país. Obedecendo ao “ide” chegaram a terras brasileiras em 19 de novembro de 1910.
A princípio reuniram-se com as igrejas batistas aqui já instaladas, mas como traziam na bagagem a doutrina pentecostal do batismo no Espírito Santo com a evidência do falar em línguas e a atualidade da concessão de dons espirituais como nos tempos apostólicos, não demorou para que o Senhor Jesus começasse a batizar os membros daquela igreja que, não aceitando a nova doutrina, decidiram desligar da comunhão os crentes que se uniram aos missionários. Entre eles a irmã Celina Albuquerque, que na madrugada de 02 de junho de 1911 recebeu o batismo no Espírito Santo e falou em línguas conforme a promessa descrita no livro do profeta Joel 2 e seu cumprimento em Atos dos Apóstolos 2. Ela foi a primeira crente da igreja Batista de Belém a ser batizada. Logo outros foram batizados também. Um total de 13 membros deixou a igreja Batista em Belém do Pará para juntar-se aos missionários e fundarem em 18 de junho de 1911 a igreja Missão da Fé Apostólica.
Muitos estavam curiosos para conhecerem a nova doutrina. Houve rejeição por parte de alguns, mas muitos abraçaram a doutrina porque viam nas páginas da Bíblia a confirmação do que era pregado e ensinado pelos missionários estrangeiros. A essa altura as reuniões de oração que no início aconteciam na residência dos missionários, passaram à residência da irmã Celina de Albuquerque.
Reunidos na casa da irmã Celina, por sugestão de Gunnar Vingren, em 18 de janeiro de 1918, registrou-se a igreja Assembleia de Deus, nome que traz até hoje. Tendo origem no movimento pentecostal do início do século XX na América, as Assembleias de Deus do Brasil, cresceram nos moldes da igreja do Novo Testamento, onde os discípulos cheios do Espírito Santo levaram o Evangelho a todo o mundo.
Não muito tempo depois as Assembleias de Deus chegaram aos grandes centros urbanos das regiões Sul e Sudeste, como Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte. Em 1922 chegou ao Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, PA, em 1924, para a então capital da República.
Desde 1930, quando se realizou a primeira Convenção Geral dos pastores na cidade de Natal, RN, as Assembléias de Deus no Brasil passaram a ter autonomia interna, sendo administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem, contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembléias de Deus dos EUA através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.
Em virtude de seu fenomenal crescimento, principalmente depois dos anos 90 com a criação e ação da chamada Década da Colheita, iniciativa das Assembléias de Deus, os pentecostais começaram a fazer diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, as autoridades religiosas e seculares despertaram para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a tornar-se, no futuro, uma nação protestante. Tal possibilidade se tornou ainda mais real com a divulgação entre o final de 2006 e início de 2007 por um instituto de pesquisa de que, com vinte milhões de fiéis, o Brasil é o maior país pentecostal do mundo.
Atualmente os mesmos institutos de pesquisa apontam para uma mudança no perfil evangélico brasileiro em todos os setores da sociedade por conta da ação do Evangelho. As Assembleias de Deus estão hoje em todas as camadas da sociedade, inclusive com representantes na esfera política do Congresso Nacional. Como agente de mudança não somente espiritual, vê-se a igreja agindo em grande escala em trabalhos sociais de grande envergadura e empenhada a mudar a face do nosso país a partir do Evangelho de Jesus Cristo, tendo templos em quase todas as cidades brasileiras.
As Assembleias de Deus chegam ao seu centenário como uma igreja forte, crescente e saudável, mantendo a pureza da doutrina pentecostal e, desafiando os especialistas em crescimento de igreja, continua expandindo-se desta feita para além das fronteiras, realizando um extraordinário trabalho missionário, tendo obreiros em quase todos os países do globo.
A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), presidida pelo Pr. José Wellington Bezerra da Costa, vem realizando no centenário das Assembleias de Deus solenidades cúlticas em todas regiões do Brasil, preparando e conscientizando seus membros acerca importância da chegada dos missionários e da preservação da doutrina pentecostal em solo brasileiro.
As Assembleias de Deus estão completando 100 anos no Brasil. Tudo começou com a vinda de dois missionários suecos que antes de chegarem ao Brasil visitaram o movimento de despertamento e avivamento espiritual da Rua Azuza em Los Angeles, EUA. Daniel Berg e Gunnar Vingren atenderam a chamada missionária ao receberem uma revelação de Deus acerca do Pará. Porém, ambos não sabiam onde ficava. Ao pesquisarem no mapa descobriram que se tratava da região norte de nosso país. Obedecendo ao “ide” chegaram a terras brasileiras em 19 de novembro de 1910.
A princípio reuniram-se com as igrejas batistas aqui já instaladas, mas como traziam na bagagem a doutrina pentecostal do batismo no Espírito Santo com a evidência do falar em línguas e a atualidade da concessão de dons espirituais como nos tempos apostólicos, não demorou para que o Senhor Jesus começasse a batizar os membros daquela igreja que, não aceitando a nova doutrina, decidiram desligar da comunhão os crentes que se uniram aos missionários. Entre eles a irmã Celina Albuquerque, que na madrugada de 02 de junho de 1911 recebeu o batismo no Espírito Santo e falou em línguas conforme a promessa descrita no livro do profeta Joel 2 e seu cumprimento em Atos dos Apóstolos 2. Ela foi a primeira crente da igreja Batista de Belém a ser batizada. Logo outros foram batizados também. Um total de 13 membros deixou a igreja Batista em Belém do Pará para juntar-se aos missionários e fundarem em 18 de junho de 1911 a igreja Missão da Fé Apostólica.
Muitos estavam curiosos para conhecerem a nova doutrina. Houve rejeição por parte de alguns, mas muitos abraçaram a doutrina porque viam nas páginas da Bíblia a confirmação do que era pregado e ensinado pelos missionários estrangeiros. A essa altura as reuniões de oração que no início aconteciam na residência dos missionários, passaram à residência da irmã Celina de Albuquerque.
Reunidos na casa da irmã Celina, por sugestão de Gunnar Vingren, em 18 de janeiro de 1918, registrou-se a igreja Assembleia de Deus, nome que traz até hoje. Tendo origem no movimento pentecostal do início do século XX na América, as Assembleias de Deus do Brasil, cresceram nos moldes da igreja do Novo Testamento, onde os discípulos cheios do Espírito Santo levaram o Evangelho a todo o mundo.
Não muito tempo depois as Assembleias de Deus chegaram aos grandes centros urbanos das regiões Sul e Sudeste, como Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte. Em 1922 chegou ao Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, PA, em 1924, para a então capital da República.
Desde 1930, quando se realizou a primeira Convenção Geral dos pastores na cidade de Natal, RN, as Assembléias de Deus no Brasil passaram a ter autonomia interna, sendo administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem, contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembléias de Deus dos EUA através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.
Em virtude de seu fenomenal crescimento, principalmente depois dos anos 90 com a criação e ação da chamada Década da Colheita, iniciativa das Assembléias de Deus, os pentecostais começaram a fazer diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, as autoridades religiosas e seculares despertaram para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a tornar-se, no futuro, uma nação protestante. Tal possibilidade se tornou ainda mais real com a divulgação entre o final de 2006 e início de 2007 por um instituto de pesquisa de que, com vinte milhões de fiéis, o Brasil é o maior país pentecostal do mundo.
Atualmente os mesmos institutos de pesquisa apontam para uma mudança no perfil evangélico brasileiro em todos os setores da sociedade por conta da ação do Evangelho. As Assembleias de Deus estão hoje em todas as camadas da sociedade, inclusive com representantes na esfera política do Congresso Nacional. Como agente de mudança não somente espiritual, vê-se a igreja agindo em grande escala em trabalhos sociais de grande envergadura e empenhada a mudar a face do nosso país a partir do Evangelho de Jesus Cristo, tendo templos em quase todas as cidades brasileiras.
As Assembleias de Deus chegam ao seu centenário como uma igreja forte, crescente e saudável, mantendo a pureza da doutrina pentecostal e, desafiando os especialistas em crescimento de igreja, continua expandindo-se desta feita para além das fronteiras, realizando um extraordinário trabalho missionário, tendo obreiros em quase todos os países do globo.
A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), presidida pelo Pr. José Wellington Bezerra da Costa, vem realizando no centenário das Assembleias de Deus solenidades cúlticas em todas regiões do Brasil, preparando e conscientizando seus membros acerca importância da chegada dos missionários e da preservação da doutrina pentecostal em solo brasileiro.
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